15 de Julho de 2017

Ser pequeno na consciência das fragilidades

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Quando deixamos o Espírito fazer uma releitura de nossa história, atualizando-a com necessários remarques, vivenciamos a graça de ser/estar em Cristo, saboreando o “vinde a mim”.

Ser pequeno na consciência das fragilidades: eis um passo necessário neste caminho de humanização. Numa circunferência em torno do Bom Coração, indo e vindo em nossa memória cordial, a cura das feridas se apresenta sem nada apagar, ensinando aceitar, resignificar e superar.

Motivações sem consistência dão lugar às decisões infecundas, pois só em Cristo podemos tudo integrar, não esquecendo que o cansaço da renúncia e do sacrifício gera descanso aos que caídos estão por causa dos pesados fardos.

No ministério de carregar os fardos dos outros, fatigas são transformadas em esperança, e numa doce penitência encontramos o sentido da existência.

Oxalá se um dia, mais ombros disponíveis fossem encontrados, assim muitos teriam a chance de continuar a jornada após um bom descanso na ternura do Cristo, mediada por ombros humanizados.

Por pe. Éder Carvalho Assunção. Missionário da Prelazia de Lábrea no Corno da África [email protected]

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